GREAT HITS LIST

Boas !!!

O GREAT HITS LIST foi criado para pessoas que gostam das boas musicas e grandes Hits.

Criado pelo MISTER que comanda o FILE DO SOM,o Great Hits List surgiu com a idéia de reunir as maiores seleções musicais de todos os tempos em um só local.

Listas como as 500 musicas da Revista Roling Stone, os mais importantes Lps e Cds da Musica Brasileira, as 500 mais da Country Music Television, as 100 Maiores Musicas Romanticas e por vai.

Num mesmo endereço, varios GREAT HITS LIST, essa é nossa proposta !!!

Se você tem um sugestão ou crítica mande um e-mail no link ao lado em "Contato"

Vamos as Musicas !!!

Mister Music

quinta-feira, 27 de maio de 2010

100 Maiores Músicas Brasileira - Vol.10



91 - Felicidade - Caetano Veloso
É difícil encontrar quem não conheça essa toada triste e gentil. Canção de feitio rural que não escapa à regra de idealizar a vida no campo, "Felicidade" não tem a carga de violência poética da fração mais celebrada da obra de Lupicínio, os catárticos sambas vingativos. Sucesso na voz do Quitandinha Serenaders em 1947, "Felicidade" foi reapresentada ao Brasil por Caetano Veloso em 1974.

92 - Tico Tico no Fubá - Ademilde Fonseca
A obra de Zequinha de Abreu foi apresentada pela primeira vez em 1917. Na década de 1940, atingiu o auge da popularidade. Muito contribuiu a internacionalização da música, capitaneada pelo cinema norte-americano, que a usou em cinco filmes - inclusive, em Copacabana (1947), em que foi eternizada por Carmen Miranda. Sua versão de maior sucesso é de 1942, com Ademilde Fonseca.

93 - Casa no Campo - Elis Regina
A sensível canção nasceu em 1971 durante uma viagem de ônibus entre Brasília e Goiânia, numa turnê em que o grupo Som Imaginário acompanhava Gal Costa. Ao observar a paisagem, Zé Rodrix teve a inspiração e escreveu a letra. Mostrou os versos a Tavito, que os musicou assim que chegaram ao hotel. Em 1972, foi gravada por Elis Regina e se transformou em clássico.

94 - O Mar - Dorival Caymmi
Nenhum outro compositor da música brasileira retratou tão bem o mar como Dorival Caymmi. Dentre suas canções praieiras, essa, original de 1940, é certamente um dos maiores clássicos e foi gravada, inclusive, em outros idiomas por intérpretes do mundo todo. A vastidão das águas foi a maior inspiração de Caymmi, desde a sua infância: "O mar me acalmou, o mar me trouxe alegrias, o mar me trouxe medo, o mar me mostrou o gosto do mistério", dizia.

95 - Último Desejo - Aracy de Almeida
O marcante samba-canção "Último Desejo", do carioca Noel Rosa, foi gravado em julho de 1937 por Aracy de Almeida, conterrânea e intérprete predileta do autor. A gravação, ocorrida nos estúdios da Victor, contou com acompanhamento do conjunto musical Boêmios da Cidade, que tinha entre os seus integrantes o flautista Benedito Lacerda, o preferido de Pixinguinha. O lançamento foi em agosto de 1938.

96 - Disritmia - Martinho da Vila
Qual era a chance de uma música com a palavra "transfundir" em sua letra tornar-se um clássico da MPB? Só uma pérola como "Disritmia" foi capaz de tal proeza. Biscoito fino da malandragem, Picaretagem e poesia, "Disritmia" é melhor depois de um terceiro copo. A versão que o autor, Martinho, fez em 1974 é clássica e foi lançada no LP Canta Canta, Minha Gente. Zeca Baleiro e Ney Matogrosso também gravaram.

97 - Você Não Soube me Amar - Blitz
"Um conjunto jovem com muito bom humor." Foi assim que o Fantástico apresentou o clipe do maior sucesso da Blitz, em 1982. Tudo fazia sentido: a música estava ligada à atitude e à imagem da banda. E a faixa, por si só, já era um fenômeno: 250 mil cópias do compacto foram vendidas, o que levou ao lançamento do primeiro álbum dos cariocas.

98 - A Noite de Meu Bem - Dolores Duran
o samba - canção " a Noite de Meu Bem" é a música mais famosa da carioca Dolores Duran e a que mais caracteriza seu estilo "dor-de-cotovelo". Cantora de sucesso num país que não tem tradição de mulheres no campo da composição, Dolores obteve maior prestígio como compositora após sua prematura morte, aos 29 anos, em 1959 - um mês depois de ter lançado esta música.

99 - Rua Augusta - Ronnie Cord
Os hits do rock brasileiro pré-Jovem Guarda eram, em sua maior parte, versões de canções retiradas do hit parade americano ou italiano. "Rua Augusta", lançada em 1964 por Ronnie Cord, quebrou essa regra. A canção captura o espírito da juventude roqueira do começo dos anos 60, quando a Rua Augusta (SP) era o local mais descolado do Brasil. Também foi gravada pelos Mutantes e por Raul Seixas.

100 - Los Hermanos - Anna Júlia
Quando foi lançada em 1999, era impossível sintonizar uma rádio e não ouvir "Anna Júlia". A levada alegre da canção triste agrada já na primeira audição - e puxou o álbum de estreia do Los Hermanos. Apesar de ser exatamente-roqueira (o beatle George Harrison até regravou o solo de guitarra, em versão do ex-Traffic Jim Capaldi), dominou até o Carnaval naquela época - devidamente convertida em axé music.


Nova Lista - 100 Maiores Músicas Brasileira






Salve Galera!

Terminamos nossa lista dos 100 Maiores Discos da Música Brasileira, que por sinal só tem albuns e artitas phoda, e agora daremos início a uma outra lista da revista Rolling Stones, lançado em sua edição 37 (Out/2009) onde comemoram o 3º aniversário da revista.

Os 100 Maiores Músicas Brasileiras. Serão 10 Volumes com 10 faixas cada.

Então Vamos ao Som!!

01 - Novos Baianos - Acabou Chorare 1972





Obra-prima dos Novos Baianos, Acabou Chorare é o segundo trabalho do grupo – o primeiro foi É Ferro Na Boneca, gravado em 1970, quando o grupo morava em Sã Paulo. Morando no Rio De Janeiro, os músicos tiveram contato com João Gilberto, que teve influência fundamental para os rumos que a banda teria.
O violonista baiano inspirou Os Novos Baianos a relançarem "Brasil Pandeiro" - samba da década de 1940 de Assis Valente, feito para Carmen Miranda cantar. A faixa-título do disco ficou mais de 30 semanas entre as mais tocadas nas rádios brasileiras. O nome "Acabou Chorare" teria sido inspirado em uma história contada por João ao grupo, sobre sua filha Bebel, que costumava misturar o português com o espanhol (que aprendera no tempo em que morou com os pais no México). Em uma ocasião, Bebel abriu um berreiro ao tropeçar e a frase foi dita para consolar o pai que demonstrava preocupação. O sucesso "Preta Pretinha" foi composto sobre versos de Luiz Dias Galvão, feitos para uma moça que ele conhecera em Niterói.
O disco foi re-masterizado e re-lançado em CD no ano de 2004, em comemoração dos 35 anos da gravadora Som Livre, junto com outros 25 clássicos da música brasileira.

Faixas:

01. Brasil Pandeiro
02. Preta Pretinha
03. Tinindo Trincando
04. Swing do Campo Grande
05. Acabou Chorare
06. Mistério do Planeta
07. A Menina Dança
08. Besta é Tu
09. Um Bilhete pra Didi
10. Preta Pretinha

02 - Tropicália ou Panis et Circencis (1968)




Caetano Veloso e Gilberto Gil causaram grande impacto em suas apresentações no III Festival de Música Popular da TV Record, no ano de 1967. Ali, foram lançadas as bases para o Tropicalismo em sua versão musical - um movimento que mesclou manifestações tradicionais da cultura brasileira a inovações estéticas radicais daquela época, como correntes artísticas de vanguarda e da cultura pop nacional e estrangeira (como o Rock e o Concretismo). Antes de fins sociais e políticos, a Tropicália foi um movimento nitidamente estético e comportamental.
Em maio de 1968, começaram as gravações do álbum que seria o manifesto musical do movimento, do qual participaram artistas como Gal Costa, Nara Leão, Os Mutantes, Tom Zé - além dos poetas Capinan e Torquato Neto e do maestro Rogério Duprat (reponsável pelos arranjos do LP).
A primeira música do álbum é "Miserere Nóbis", de Gil e Capinan. Na seqüência vem "Coração Materno" - canção até então considerada de mau gosto. A faixa-título é interpretada pelo grupo paulista Os Mutantes, com sinais nítidos do conjunto: a psicodelia. "Baby", grande hit deste álbum, foi cantada por Gal Costa.

Faixas:

1. Miserere Nobis (Gilberto Gil - Capinan) 3:44 Intérprete: Gilberto Gil
2. Coração Materno (Vicente Celestino) 4:17 Intérprete: Caetano Veloso
3. Panis et Circencis (Caetano Veloso - Gilberto Gil) 3:35 Intérprete: Os Mutantes
4. Lindonéia (Caetano Veloso) 2:14 Intérprete: Nara Leão
5. Parque Industrial (Tom Zé) 3:16 Intérpretes: Caetano Veloso, Gal Costa, Gilberto Gil e Os Mutantes
6. Geléia Geral (Gilberto Gil - Torquato Neto) 3:42 Intérprete: Gilberto Gil
7. Baby (Caetano Veloso) 3:31 Intérpretes: Caetano Veloso e Gal Costa
8. Três Caravelas (Las Tres Carabelas) (Algueiro Jr. - Moreau; versão em português: João de Barro) 3:06 Intérpretes: Caetano Veloso e Gilberto Gil
9. Enquanto Seu Lobo Não Vem (Caetano Veloso) 2:31 Intérpretes: Caetano Veloso
10. Mamãe, Coragem (Caetano Veloso - Torquato Neto) 2:30 Intérprete: Gal Costa
11. Bat Macumba (Caetano Veloso - Gilberto Gil) 2:33 Intérprete: Gilberto Gil
12. Hino ao Senhor do Bonfim" (João Antonio Wanderley) 3:39
Intérpretes: Caetano Veloso, Gal Costa, Gilberto Gil e Os Mutantes

03 - Chico Buarque - Construção (1971)

http://4.bp.blogspot.com/_vUKZOunh7Ro/SUCE224qmRI/AAAAAAAAASM/6te6-SN5m_A/s320/chico-buarque-construcao.jpg

"Construção" foi o quinto disco do cantor carioca. Lançado em um dos períodos mais críticos do Regime Militar, o álbum representa uma mudança no trabalho do artista. Se antes Chico harmoniza Bossa Nova com composições veladamente críticas à ditadura brasileira, em "Construção" o cantor mostrou-se mais ousado - como mostra os versos iniciais de "Deus lhe Pague", faixa que abre o LP ("Por esse pão pra comer, por esse chão pra dormir"). Em "Samba de Orly", parceria com Toquinho e Vinicius de Moraes, Chico canta abertamente sobre o exílio - o que fez com que a canção fosse parcialmente censurada. A faixa-título é uma crítica sobre um homem que trabalhou arduamente até sua morte. Não faltaram também o lirismo característico do artista, como demostrado em "Olha Maria" e "Valsinha".


Faixas:

01. Deus lhe Pague
02. Cotidiano

03. Desalento
04. Construção

05. Cordão

06. Olha Maria

07. Samba de Orly

08. Valsinha

09. Minha História (Gesubambino)
10. Acalanto




05 - Secos e Molhados - Secos e Molhados (1973)

http://noboteco.files.wordpress.com/2009/03/secosemolhadosjpg.jpg

Secos & Molhados foi uma banda brasileira, criada pelo compositor João Ricardo em 1971. Canções do folclore português, como "O Vira", misturadas com a poesia de Cassiano Ricardo, João Apolinário, Vinícius de Moraes e Fernando Pessoa, entre outros, fizeram do grupo um dos maiores fenômenos musicais do Brasil.

Secos & Molhados é o disco de estreia do grupo homônimo, lançado em 1973. O disco foi um fenômeno em vendas, recebeu dupla certificação de disco de diamante da ABPD.
Neste trabalho, os S&M incorporaram a músicalidade da MPB da época e colocou toques de rock and roll, baião, folk, jazz, pop e rock progressivo que marcara o início de carreira do conjunto. O compositor principal das canções do disco foi João Ricardo. As músicas misturavam poesias e canção, como foi feito em um dos destaque do disco, "Rosa de Hiroshima", que é um poema de Vinícius de Moraes. O disco foi um dos mais influentes da época,auge da censura militar no Brasil. A gravação do disco se deu em seis horas diárias durante quinze dias
A capa do disco, uma fotografia de Antônio Carlos Rodrigues foi eleita a melhor capa de disco do Brasil, segundo a pesquisa encomendada pelo jornal Folha de São Paulo em 2001. A capa trazia a cabeça dos integrantes do grupo à venda em uma mesa juntamente com produtos de vendas de secos e molhados.



Faixas:

1 - Sangue Latino
2 - O Vira
3 - O Patrão Nosso de Cada Dia
4 - Amor
5 - Primaveira nos Dentes
6 - Assim Assado
7 - Mulher Barriguda
8 - El Rey
9 - Rosa de Hiroshima
10 - Prece Cosmica
11 - Rondó Capitão
12 - As Andorinhas
13 - Fala